MENSAGENS QUE EDIFICA DA (MPN)-(OMPN)

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quinta-feira, 6 de junho de 2013

Edificarei a minha igreja

Cristo nasceu "Rei dos Judeus" (Mateus 2.2), foi chamado "Rei de Israel" e "Rei dos Judeus" (Mateus 27.11; Marcos 15.2, etc.), e admitiu tanto um como outro título (João 1.49-50; 12.12-15). Não abdicou o direito ao trono de Davi, embora seu próprio povo (como fora predito pelos profetas), O "desprezasse e rejeitasse" (Isaías 53.3), e O crucificasse (Salmos 22.12-18; Isaías 53.5, 8-10; Zacarias 12.10). Os quatro evangelhos declaram que a epígrafe "O Rei dos Judeus" foi a acusação colocada na cruz (Mateus 27.37; Marcos 15.26; Lucas 23.38; João 19.19). Eis como Marcos relata a rejeição de seu Rei pelo povo de Israel e lhe reclama a crucificação: "E Pilatos lhes respondeu, dizendo: Quereis que eu vos solte o rei dos judeus?... Mas estes incitaram a multidão no sentido de que lhes soltasse, de preferência, Barrabás. Mas Pilatos lhes perguntou: Que farei, então, deste a quem chamais o rei dos judeus? Eles, porém, clamavam: Crucifica-o!" (Marcos 15.9-13).Os profetas hebreus profetizaram que Cristo ressurgiria dos mortos e que viria estabelecer o reino que jamais teria fim (1 Reis 2.45; 9.5; Isaías 9.7; 53.10; Jeremias 17.25; Daniel 2.34-35; 44-45; 7.14, etc.). Ao ressurgir dos mortos e ascender à mão direita do Pai, Cristo cumpriu somente a primeira parte das profecias, e se o restante delas deve ser cumprido (e isso tem de acontecer, pois Deus não mente), então haverá uma restauração futura do Reino de Israel, como os discípulos acreditavam (Atos 1.6), como afirmou Pedro (Atos 3.19-26) e mesmo Cristo o admitiu (Atos 1.6-7). As Escrituras predizem com freqüência o arrependimento, a redenção e a restauração de Israel (Ezequiel 39; Zacarias 12,13,14; Atos 5.31, etc.). Paulo orou pela salvação de Israel (Romanos 10.1) e declarou que "Todo o Israel será salvo" (Romanos 11.26).Se os muçulmanos e demais nações do mundo compreendessem as profecias concernentes ao direito de Israel à sua terra, respeitando-as e honrando a Deus que lhe concedeu a terra, haveria paz no Oriente Médio e também no mundo. Mas, ao contrário disso, eles insistem no desejo de varrer Israel da face da terra, o que levará Cristo a intervir dos céus para socorrer Israel no Armagedom e destruir o anticristo, seus seguidores e seu reino. Até mesmo Israel, em sua maioria não crê que Deus lhe tenha dado a terra e está negociando-a através de uma "paz" falsa com um inimigo que jurou exterminá-lo.

Cristo edifica Sua Igreja

Sabendo que Israel O rejeitaria e O crucificaria, Cristo disse que edificaria uma nova entidade, a Igreja.Sabendo que Israel O rejeitaria e O crucificaria, Cristo disse que edificaria uma nova entidade, a Igreja. A palavra "igreja" ou "igrejas" (ekklesia no grego, significa "chamados para fora"), ocorre cerca de 114 vezes no Novo Testamento. Não há no Velho Testamento palavra hebraica traduzida por "igreja". Referindo-se a Israel, as palavras mais comparáveis no hebraico são edah, mowed e qahal, cuja tradução é "assembléia" ou "congregação". Enquanto Atos 7.38 refere-se "à ‘igreja’ [congregação de Israel] no deserto", a Bíblia faz uma clara distinção entre Israel e a Igreja do Novo Testamento, constituída tanto de gentios como de judeus e que não existia antes da morte e da ressurreição de Cristo. Foi estabelecida por Ele e para Ele que, mesmo até agora, continua a edificá-la: "Edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela" (Mateus 16.18).Temos aqui uma óbvia reivindicação de Cristo de que Ele é Deus. Israel foi escolhido por Deus. Quem, então, senão Deus mesmo, poderia estabelecer uma outra congregação de crentes em acréscimo a, e distinta de Israel? A afirmação de Cristo em relação à Igreja é semelhante ao que Ele disse aos judeus "que creram nele", e tem as mesmas implicações sérias: "Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" (João 8.31-32).Os judeus devem ter ficado pasmos. Como Ele ousara dizer termos tais como: "minha palavra", "meus discípulos", ou afirmar ter poder para libertar os Seus seguidores? Não era a palavra de Deus que eles deveriam seguir, e não eram eles discípulos de Moisés? Com estas prerrogativas, não queria Ele ser maior que Moisés ou até mesmo igual a Deus? Qualquer que fosse o sentido dos termos "Seu discípulo", Ele estava, obviamente, começando algo novo.

Distinções entre Israel e a Igreja

1. A Igreja não substitui Israel

Entretanto, ninguém imaginava que este operador de milagres tivesse em vista prescindir de Israel e o substituir por uma outra entidade. Essa heresia provém do catolicismo romano, e muitos reformadores foram incapazes de se libertar dela, apesar de compreenderem claramente a salvação pela graça através da fé. A crença de que a Igreja substitui Israel continua ainda hoje entre os católicos romanos, mas também entre muitos evangélicos.No seu início a Igreja era composta só de crentes judeus. Eles tinham dificuldade de acreditar que os gentios também podiam ser salvos por Cristo e fazer parte da Igreja, mesmo tendo os profetas do Velho Testamento feito tal afirmação (Salmos 72.11, 17; Isaías 11.10; 42.1-6; 49.6; Malaquias 1.11, etc.). Até mesmo depois de compreendido o "mistério" revelado por Paulo de "que os gentios são co-herdeiros, membros do mesmo corpo e co-participantes da promessa em Cristo Jesus por meio do evangelho" (Efésios 3.6), alguns deles tentaram sujeitar os gentios às suas leis judaicas. Na verdade, estavam erroneamente fazendo da Igreja uma extensão de Israel (Atos 15.1).Os gentios são "separados da comunidade de Israel e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo" (Efésios 2.12). Quando um gentio é salvo e acrescentado por Cristo como uma "pedra viva" à Igreja em construção (1 Pedro 2.5), não está sob as leis judaicas e os costumes da Antiga Aliança. E quando um judeu é salvo e acrescentado à Igreja, está livre da lei judaica ("lei do pecado e da morte") e de suas penalidades (Romanos 8.1). Tanto um como o outro, que pela fé entraram para a Igreja, estão dali em diante sob uma lei superior "a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus" (Romanos 8.2). De fato, Cristo tornou-se sua vida, expressando através deles este novo padrão de sã conduta – algo desconhecido de Israel, até mesmo de seus grandes profetas (1 Pedro 1.10-12).

2. A Igreja – Corpo de Cristo

As pedras vivas, que Cristo está juntando umas às outras para formar o templo eterno, não desabam e nem se desintegram de sua estrutura.Ninguém pode por si mesmo introduzir-se nesse templo sagrado; só Cristo poderá fazê-lo. As pedras vivas, que Ele está juntando umas às outras para formar o templo eterno, não desabam e nem se desintegram de sua estrutura. Estamos em Cristo e eternamente seguros.A Igreja é o corpo de Cristo e por Ele é nutrida. Os crentes são chamados de ramos na videira verdadeira num fluir contínuo da vida dEle para os crentes. Cristo é a cabeça do corpo, que é, portanto, por Ele dirigido e não por um sacerdócio ou qualquer outra hierarquia de homens em sedes na terra. A sede da Igreja está nos céus. No entanto, as denominações (e demais seitas) de hoje têm as suas sedes e as suas tradições e tornaram-se em organizações, ao invés de se contentarem em fazer parte do organismo, o corpo de Cristo.Na Igreja "não pode haver judeu nem grego [gentio]... porque todos vós sois um em Cristo" (Gálatas 3.28). Os gentios não se tornam judeus, mas judeu e gentio tornaram-se "um novo homem" (Efésios 2.15). Na cruz, Cristo "aboliu" as "ordenanças" que separavam judeu e gentio. Daí podermos afirmar com toda certeza que os gentios não têm de se submeter àquelas "ordenanças". Tentar fazê-lo é abominação e forçar algo que Deus aboliu.

3. Fé no Sacrifício de Cristo –– Meio de Salvação

A carta de Paulo aos Gálatas foi escrita com o intuito de corrigir o erro de que a salvação é em parte por Cristo e em parte pelas obras. A salvação por obras é o erro de toda e qualquer seita, e o catolicismo romano desenvolveu ao máximo o seu sistema de ritual religioso e também das obras. Em todas as suas epístolas, Paulo volta ao tema de que a salvação é totalmente pela graça e nenhum pouco por obras. Nisto reside a principal diferença entre Israel e a Igreja: para o primeiro, a vida eterna seria obtida pela observância da lei, e para a Igreja, vem unicamente pela fé.Na Antiga Aliança, a vida era oferecida ao justo que guardava a lei: "faça isto e viverá" (Deuteronômio 8.1; Lucas 10.28). Entretanto, ninguém conseguiu guardar a lei, pois todos pecaram (Romanos 3.23). Sob a Nova Aliança (disponível desde Adão), "ao que não trabalha, porém crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é atribuída como justiça" (Romanos 4.5). Por orgulho o homem insiste em se tornar justo por si próprio – uma tarefa impossível. Paulo lamentava o fato de que, embora o seu povo Israel "tivesse zelo por Deus", todavia, "desconhecendo a justiça de Deus e procurando estabelecer a sua própria, não se sujeitaram à que vem de Deus" (Romanos 10.3) pela Nova Aliança. O mesmo acontece com todas as seitas. O catolicismo romano, por exemplo, tenta (através dos sacramentos, das penitências e das obras), tornar os seus membros justos o bastante para entrar nos céus. É o mesmo pecado do fariseu que se julgava justo diante de Deus, e não foi ouvido; enquanto que o publicano, reconhecendo o seu vil estado, foi justificado (Lucas 18.10-14).Para ser salvo (com algumas exceções), ter-se-ia que pertencer a Israel, mas para pertencer à Igreja é preciso ser salvo (sem exceção). A Igreja não é um veículo de salvação. Crer que ela o seja constitui-se em erro crucial, e a maioria das seitas assim o afirma, como os mórmons e católicos romanos. Pois, para eles, é através da sua igreja que vem a salvação. Na realidade, a salvação é para os que estão fora da Igreja e só então poderá alguém tornar-se parte dela.A salvação sempre foi, e ainda é, a mesma para judeus como para gentios. Mas os planos de Deus para Israel são diferentes dos para a Igreja. Os judeus (como os gentios), que crerem em Cristo antes de Sua segunda vinda (quando Ele se fizer conhecido a Israel, o qual será todo salvo), fazem parte da Igreja. Os judeus que virem a crer em Cristo quando Ele aparecer e os livrar no meio do Armagedom, continuarão na terra no reino milenar e Cristo reinará sobre eles no trono de Davi. Muitos gentios também serão salvos nessa época, mas "todo o Israel será salvo" (Romanos 11.26).O problema da igreja da Galácia continua (em variados graus) dentro de alguns grupos denominados hebraico-cristãos ou congregações messiânicas. Há uma freqüente tendência (até mesmo entre os gentios), de se imaginar que um retorno aos costumes judaicos contribui para maior santidade. Reverencia-se tradições extra-bíblicas, como por exemplo, a cerimônia seder na páscoa, como se fossem inspiradas por Deus. Somente as Escrituras devem ser o nosso guia, a ponto de excluir as tradições humanas condenadas por Cristo (Mateus 15.1-9; Marcos 7.9-13), e também pelos apóstolos (Gálatas 1.13-14; Colossenses 2.8; 1 Pedro 1.18). Tanto dentro do catolicismo como do protestantismo, as tradições têm se desenvolvido no curso dos séculos e levado a um erro maior.Devemos nos lembrar de que Cristo sempre pretendeu que a Igreja fosse algo novo e diferente de Israel. Ela não partilharia e nem interferiria nas promessas divinas concernentes a Seu povo aqui na terra, e tais promessas serão cumpridas no devido tempo.Devemos nos lembrar de que Cristo sempre pretendeu que a Igreja fosse algo novo e diferente de Israel. Ela não partilharia e nem interferiria nas promessas divinas concernentes a Seu povo aqui na terra, e tais promessas serão cumpridas no devido tempo. As ordenanças religiosas feitas a Israel seriam também separadas da Igreja. Aqui, novamente as seitas se desviaram.O mormonismo, por exemplo, alega ter tanto o sacerdócio araônico como o de Melquisedeque. O catolicismo romano, por sua vez, advoga ter um sacerdócio sacrificial em que Cristo continua a ser oferecido como sacrifício no altar. Na Igreja, ao contrário disso, cada crente é um sacerdote (1 Pedro 2.9), e os sacrifícios oferecidos são "sempre sacrifícios de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome"e "a prática do bem" (Hebreus 13.15-16).Na verdade, não há mais qualquer sacrifício propiciatório a ser oferecido para o perdão dos pecados. Isto foi possibilitado à Igreja pelo sacrifício único de Cristo na cruz; o qual não mais se repete porque Ele pagou por completo a penalidade que a justiça de Deus exigia, e isto foi possível por ser Deus "justo e o justificador daquele que tem fé em Jesus" (Romanos 3.26). Conseqüentemente, "já não há oferta pelo pecado" (Hebreus 10.18).Israel rompeu a aliança que Deus tinha feito com ele, demonstrando assim que "ninguém será justificado diante dele por obras da lei, em razão de que pela lei vem o pleno conhecimento do pecado" (Romanos 3.20). Seu sistema de sacrifício não podia remover pecados, mas apontava para o único "Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo" (João 1.29), e predizia o estabelecimento de "uma nova aliança" com Israel (Jeremias 31.31). O sacrifício de animais abria o caminho para o sumo sacerdote judeu no santuário terreno e este santuário foi feito conforme o modelo da realidade celestial (Hebreus 9.1-10). Quando Cristo morreu na cruz, "o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo" (Marcos 15.38), pondo fim ao sacrifício de animais. Agora temos "Jesus, o Filho de Deus, como grande sumo sacerdote que penetrou os céus" (Hebreus 4.14), que, "pelo seu próprio sangue...[obteve] eterna redenção" (Hebreus 9.12,24).

4. As promessas a Israel diferem das promessas para a Igreja

Israel recebeu a terra (Gênesis 12.1; 13.15; 15.18-21; 17.7-8; 26.3-4; 28.13-14; Levítico 20.24; 25.23, etc.), à qual seu destino está ligado e jamais deixará de existir (Jeremias 31.35-40). Numerosas profecias prometem a Israel a restauração na sua terra, com o Messias reinando no trono de Davi por ocasião de Sua volta (2 Samuel 7.10-16; 1 Reis 9.5; Isaías 9.6-7; Ezequiel 34.23-24; 37.24-25; Lucas 1.31-33, etc.). É clara a promessa de que Deus derramará do Seu Espírito sobre o Seu povo escolhido que, depois disso, jamais manchará novamente o Seu santo nome, e Ele não mais esconderá de Israel o Seu rosto (Ezequiel 39.7; 22, 27-29; Zacarias 8.13-14).Israel deve permanecer para sempre (Jeremias 31.35-38), caso contrário as profecias bíblicas e as promessas de Cristo não se cumpririam. Cristo faz menção da existência das cidades de Israel ainda por ocasião de Sua segunda vinda (Mateus 10.23), o que prova que a Igreja não substituiu Israel. Além dessas provas, uma outra (ainda que desnecessária), é que Cristo prometeu aos Seus discípulos que eles reinariam com Ele sobre Israel no Seu reino milenar (Mateus 19.28; Lucas 23.30). A Igreja não pode cumprir as profecias que foram feitas a Israel; ela nunca pertenceu a uma terra específica de onde tenha sido deportada ou para a qual tenha retornado. Ao contrário, a Igreja é formada "de toda tribo, língua, povo e nação" (Apocalipse 5.9). A sua esperança é ser arrebatada ao céu (João 14.3; 1 Tessalonicenses 4.16-17; etc.), onde estaremos diante do"tribunal de Cristo" (Romanos 14.10; 2 Coríntios 5.10) e então, desposados com o nosso Senhor (Apocalipse 19.7-9), estaremos eternamente com Ele (João 14.3; 1 Tessalonicenses 4.17).Sendo assim, em amor para com o Noivo e desejosos de vê-lO face a face, menos ocupados com as coisas terrenas, não seguindo homens ou organizações, vivamos para a eternidade. Pela fé, agradeçamos a Cristo, permitindo-Lhe, como Cabeça da Igreja, alimentar-nos, suster-nos, dirigir-nos e viver a Sua vida através de nós para a Sua glória. (Dave Hunt, TBC - http://www.chamada.com.br)Dave Hunt (1926-2013). Devido a suas profundas pesquisas e sua experiência em áreas como profecias, misticismo oriental, fenômenos psíquicos, seitas e ocultismo, realizou muitas conferências nos EUA e em outros países. Também foi entrevistado freqüentemente no rádio e na televisão. Começou a escrever em tempo integral após trabalhar por 20 anos como consultor em Administração e na direção de várias empresas. Dave Hunt escreveu mais de 20 livros, que foram traduzidos para dezenas de idiomas, com impressão total acima dos 4.000.000 de exemplares.

Edificarei a minha igreja

Cristo nasceu "Rei dos Judeus" (Mateus 2.2), foi chamado "Rei de Israel" e "Rei dos Judeus" (Mateus 27.11; Marcos 15.2, etc.), e admitiu tanto um como outro título (João 1.49-50; 12.12-15). Não abdicou o direito ao trono de Davi, embora seu próprio povo (como fora predito pelos profetas), O "desprezasse e rejeitasse" (Isaías 53.3), e O crucificasse (Salmos 22.12-18; Isaías 53.5, 8-10; Zacarias 12.10). Os quatro evangelhos declaram que a epígrafe "O Rei dos Judeus" foi a acusação colocada na cruz (Mateus 27.37; Marcos 15.26; Lucas 23.38; João 19.19). Eis como Marcos relata a rejeição de seu Rei pelo povo de Israel e lhe reclama a crucificação: "E Pilatos lhes respondeu, dizendo: Quereis que eu vos solte o rei dos judeus?... Mas estes incitaram a multidão no sentido de que lhes soltasse, de preferência, Barrabás. Mas Pilatos lhes perguntou: Que farei, então, deste a quem chamais o rei dos judeus? Eles, porém, clamavam: Crucifica-o!" (Marcos 15.9-13).Os profetas hebreus profetizaram que Cristo ressurgiria dos mortos e que viria estabelecer o reino que jamais teria fim (1 Reis 2.45; 9.5; Isaías 9.7; 53.10; Jeremias 17.25; Daniel 2.34-35; 44-45; 7.14, etc.). Ao ressurgir dos mortos e ascender à mão direita do Pai, Cristo cumpriu somente a primeira parte das profecias, e se o restante delas deve ser cumprido (e isso tem de acontecer, pois Deus não mente), então haverá uma restauração futura do Reino de Israel, como os discípulos acreditavam (Atos 1.6), como afirmou Pedro (Atos 3.19-26) e mesmo Cristo o admitiu (Atos 1.6-7). As Escrituras predizem com freqüência o arrependimento, a redenção e a restauração de Israel (Ezequiel 39; Zacarias 12,13,14; Atos 5.31, etc.). Paulo orou pela salvação de Israel (Romanos 10.1) e declarou que "Todo o Israel será salvo" (Romanos 11.26).Se os muçulmanos e demais nações do mundo compreendessem as profecias concernentes ao direito de Israel à sua terra, respeitando-as e honrando a Deus que lhe concedeu a terra, haveria paz no Oriente Médio e também no mundo. Mas, ao contrário disso, eles insistem no desejo de varrer Israel da face da terra, o que levará Cristo a intervir dos céus para socorrer Israel no Armagedom e destruir o anticristo, seus seguidores e seu reino. Até mesmo Israel, em sua maioria não crê que Deus lhe tenha dado a terra e está negociando-a através de uma "paz" falsa com um inimigo que jurou exterminá-lo.

Cristo edifica Sua Igreja

Sabendo que Israel O rejeitaria e O crucificaria, Cristo disse que edificaria uma nova entidade, a Igreja.Sabendo que Israel O rejeitaria e O crucificaria, Cristo disse que edificaria uma nova entidade, a Igreja. A palavra "igreja" ou "igrejas" (ekklesia no grego, significa "chamados para fora"), ocorre cerca de 114 vezes no Novo Testamento. Não há no Velho Testamento palavra hebraica traduzida por "igreja". Referindo-se a Israel, as palavras mais comparáveis no hebraico são edah, mowed e qahal, cuja tradução é "assembléia" ou "congregação". Enquanto Atos 7.38 refere-se "à ‘igreja’ [congregação de Israel] no deserto", a Bíblia faz uma clara distinção entre Israel e a Igreja do Novo Testamento, constituída tanto de gentios como de judeus e que não existia antes da morte e da ressurreição de Cristo. Foi estabelecida por Ele e para Ele que, mesmo até agora, continua a edificá-la: "Edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela" (Mateus 16.18).Temos aqui uma óbvia reivindicação de Cristo de que Ele é Deus. Israel foi escolhido por Deus. Quem, então, senão Deus mesmo, poderia estabelecer uma outra congregação de crentes em acréscimo a, e distinta de Israel? A afirmação de Cristo em relação à Igreja é semelhante ao que Ele disse aos judeus "que creram nele", e tem as mesmas implicações sérias: "Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" (João 8.31-32).Os judeus devem ter ficado pasmos. Como Ele ousara dizer termos tais como: "minha palavra", "meus discípulos", ou afirmar ter poder para libertar os Seus seguidores? Não era a palavra de Deus que eles deveriam seguir, e não eram eles discípulos de Moisés? Com estas prerrogativas, não queria Ele ser maior que Moisés ou até mesmo igual a Deus? Qualquer que fosse o sentido dos termos "Seu discípulo", Ele estava, obviamente, começando algo novo.

Distinções entre Israel e a Igreja

1. A Igreja não substitui Israel

Entretanto, ninguém imaginava que este operador de milagres tivesse em vista prescindir de Israel e o substituir por uma outra entidade. Essa heresia provém do catolicismo romano, e muitos reformadores foram incapazes de se libertar dela, apesar de compreenderem claramente a salvação pela graça através da fé. A crença de que a Igreja substitui Israel continua ainda hoje entre os católicos romanos, mas também entre muitos evangélicos.No seu início a Igreja era composta só de crentes judeus. Eles tinham dificuldade de acreditar que os gentios também podiam ser salvos por Cristo e fazer parte da Igreja, mesmo tendo os profetas do Velho Testamento feito tal afirmação (Salmos 72.11, 17; Isaías 11.10; 42.1-6; 49.6; Malaquias 1.11, etc.). Até mesmo depois de compreendido o "mistério" revelado por Paulo de "que os gentios são co-herdeiros, membros do mesmo corpo e co-participantes da promessa em Cristo Jesus por meio do evangelho" (Efésios 3.6), alguns deles tentaram sujeitar os gentios às suas leis judaicas. Na verdade, estavam erroneamente fazendo da Igreja uma extensão de Israel (Atos 15.1).Os gentios são "separados da comunidade de Israel e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo" (Efésios 2.12). Quando um gentio é salvo e acrescentado por Cristo como uma "pedra viva" à Igreja em construção (1 Pedro 2.5), não está sob as leis judaicas e os costumes da Antiga Aliança. E quando um judeu é salvo e acrescentado à Igreja, está livre da lei judaica ("lei do pecado e da morte") e de suas penalidades (Romanos 8.1). Tanto um como o outro, que pela fé entraram para a Igreja, estão dali em diante sob uma lei superior "a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus" (Romanos 8.2). De fato, Cristo tornou-se sua vida, expressando através deles este novo padrão de sã conduta – algo desconhecido de Israel, até mesmo de seus grandes profetas (1 Pedro 1.10-12).

2. A Igreja – Corpo de Cristo

As pedras vivas, que Cristo está juntando umas às outras para formar o templo eterno, não desabam e nem se desintegram de sua estrutura.Ninguém pode por si mesmo introduzir-se nesse templo sagrado; só Cristo poderá fazê-lo. As pedras vivas, que Ele está juntando umas às outras para formar o templo eterno, não desabam e nem se desintegram de sua estrutura. Estamos em Cristo e eternamente seguros.A Igreja é o corpo de Cristo e por Ele é nutrida. Os crentes são chamados de ramos na videira verdadeira num fluir contínuo da vida dEle para os crentes. Cristo é a cabeça do corpo, que é, portanto, por Ele dirigido e não por um sacerdócio ou qualquer outra hierarquia de homens em sedes na terra. A sede da Igreja está nos céus. No entanto, as denominações (e demais seitas) de hoje têm as suas sedes e as suas tradições e tornaram-se em organizações, ao invés de se contentarem em fazer parte do organismo, o corpo de Cristo.Na Igreja "não pode haver judeu nem grego [gentio]... porque todos vós sois um em Cristo" (Gálatas 3.28). Os gentios não se tornam judeus, mas judeu e gentio tornaram-se "um novo homem" (Efésios 2.15). Na cruz, Cristo "aboliu" as "ordenanças" que separavam judeu e gentio. Daí podermos afirmar com toda certeza que os gentios não têm de se submeter àquelas "ordenanças". Tentar fazê-lo é abominação e forçar algo que Deus aboliu.

3. Fé no Sacrifício de Cristo –– Meio de Salvação

A carta de Paulo aos Gálatas foi escrita com o intuito de corrigir o erro de que a salvação é em parte por Cristo e em parte pelas obras. A salvação por obras é o erro de toda e qualquer seita, e o catolicismo romano desenvolveu ao máximo o seu sistema de ritual religioso e também das obras. Em todas as suas epístolas, Paulo volta ao tema de que a salvação é totalmente pela graça e nenhum pouco por obras. Nisto reside a principal diferença entre Israel e a Igreja: para o primeiro, a vida eterna seria obtida pela observância da lei, e para a Igreja, vem unicamente pela fé.Na Antiga Aliança, a vida era oferecida ao justo que guardava a lei: "faça isto e viverá" (Deuteronômio 8.1; Lucas 10.28). Entretanto, ninguém conseguiu guardar a lei, pois todos pecaram (Romanos 3.23). Sob a Nova Aliança (disponível desde Adão), "ao que não trabalha, porém crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é atribuída como justiça" (Romanos 4.5). Por orgulho o homem insiste em se tornar justo por si próprio – uma tarefa impossível. Paulo lamentava o fato de que, embora o seu povo Israel "tivesse zelo por Deus", todavia, "desconhecendo a justiça de Deus e procurando estabelecer a sua própria, não se sujeitaram à que vem de Deus" (Romanos 10.3) pela Nova Aliança. O mesmo acontece com todas as seitas. O catolicismo romano, por exemplo, tenta (através dos sacramentos, das penitências e das obras), tornar os seus membros justos o bastante para entrar nos céus. É o mesmo pecado do fariseu que se julgava justo diante de Deus, e não foi ouvido; enquanto que o publicano, reconhecendo o seu vil estado, foi justificado (Lucas 18.10-14).Para ser salvo (com algumas exceções), ter-se-ia que pertencer a Israel, mas para pertencer à Igreja é preciso ser salvo (sem exceção). A Igreja não é um veículo de salvação. Crer que ela o seja constitui-se em erro crucial, e a maioria das seitas assim o afirma, como os mórmons e católicos romanos. Pois, para eles, é através da sua igreja que vem a salvação. Na realidade, a salvação é para os que estão fora da Igreja e só então poderá alguém tornar-se parte dela.A salvação sempre foi, e ainda é, a mesma para judeus como para gentios. Mas os planos de Deus para Israel são diferentes dos para a Igreja. Os judeus (como os gentios), que crerem em Cristo antes de Sua segunda vinda (quando Ele se fizer conhecido a Israel, o qual será todo salvo), fazem parte da Igreja. Os judeus que virem a crer em Cristo quando Ele aparecer e os livrar no meio do Armagedom, continuarão na terra no reino milenar e Cristo reinará sobre eles no trono de Davi. Muitos gentios também serão salvos nessa época, mas "todo o Israel será salvo" (Romanos 11.26).O problema da igreja da Galácia continua (em variados graus) dentro de alguns grupos denominados hebraico-cristãos ou congregações messiânicas. Há uma freqüente tendência (até mesmo entre os gentios), de se imaginar que um retorno aos costumes judaicos contribui para maior santidade. Reverencia-se tradições extra-bíblicas, como por exemplo, a cerimônia seder na páscoa, como se fossem inspiradas por Deus. Somente as Escrituras devem ser o nosso guia, a ponto de excluir as tradições humanas condenadas por Cristo (Mateus 15.1-9; Marcos 7.9-13), e também pelos apóstolos (Gálatas 1.13-14; Colossenses 2.8; 1 Pedro 1.18). Tanto dentro do catolicismo como do protestantismo, as tradições têm se desenvolvido no curso dos séculos e levado a um erro maior.Devemos nos lembrar de que Cristo sempre pretendeu que a Igreja fosse algo novo e diferente de Israel. Ela não partilharia e nem interferiria nas promessas divinas concernentes a Seu povo aqui na terra, e tais promessas serão cumpridas no devido tempo.Devemos nos lembrar de que Cristo sempre pretendeu que a Igreja fosse algo novo e diferente de Israel. Ela não partilharia e nem interferiria nas promessas divinas concernentes a Seu povo aqui na terra, e tais promessas serão cumpridas no devido tempo. As ordenanças religiosas feitas a Israel seriam também separadas da Igreja. Aqui, novamente as seitas se desviaram.O mormonismo, por exemplo, alega ter tanto o sacerdócio araônico como o de Melquisedeque. O catolicismo romano, por sua vez, advoga ter um sacerdócio sacrificial em que Cristo continua a ser oferecido como sacrifício no altar. Na Igreja, ao contrário disso, cada crente é um sacerdote (1 Pedro 2.9), e os sacrifícios oferecidos são "sempre sacrifícios de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome"e "a prática do bem" (Hebreus 13.15-16).Na verdade, não há mais qualquer sacrifício propiciatório a ser oferecido para o perdão dos pecados. Isto foi possibilitado à Igreja pelo sacrifício único de Cristo na cruz; o qual não mais se repete porque Ele pagou por completo a penalidade que a justiça de Deus exigia, e isto foi possível por ser Deus "justo e o justificador daquele que tem fé em Jesus" (Romanos 3.26). Conseqüentemente, "já não há oferta pelo pecado" (Hebreus 10.18).Israel rompeu a aliança que Deus tinha feito com ele, demonstrando assim que "ninguém será justificado diante dele por obras da lei, em razão de que pela lei vem o pleno conhecimento do pecado" (Romanos 3.20). Seu sistema de sacrifício não podia remover pecados, mas apontava para o único "Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo" (João 1.29), e predizia o estabelecimento de "uma nova aliança" com Israel (Jeremias 31.31). O sacrifício de animais abria o caminho para o sumo sacerdote judeu no santuário terreno e este santuário foi feito conforme o modelo da realidade celestial (Hebreus 9.1-10). Quando Cristo morreu na cruz, "o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo" (Marcos 15.38), pondo fim ao sacrifício de animais. Agora temos "Jesus, o Filho de Deus, como grande sumo sacerdote que penetrou os céus" (Hebreus 4.14), que, "pelo seu próprio sangue...[obteve] eterna redenção" (Hebreus 9.12,24).

4. As promessas a Israel diferem das promessas para a Igreja

Israel recebeu a terra (Gênesis 12.1; 13.15; 15.18-21; 17.7-8; 26.3-4; 28.13-14; Levítico 20.24; 25.23, etc.), à qual seu destino está ligado e jamais deixará de existir (Jeremias 31.35-40). Numerosas profecias prometem a Israel a restauração na sua terra, com o Messias reinando no trono de Davi por ocasião de Sua volta (2 Samuel 7.10-16; 1 Reis 9.5; Isaías 9.6-7; Ezequiel 34.23-24; 37.24-25; Lucas 1.31-33, etc.). É clara a promessa de que Deus derramará do Seu Espírito sobre o Seu povo escolhido que, depois disso, jamais manchará novamente o Seu santo nome, e Ele não mais esconderá de Israel o Seu rosto (Ezequiel 39.7; 22, 27-29; Zacarias 8.13-14).Israel deve permanecer para sempre (Jeremias 31.35-38), caso contrário as profecias bíblicas e as promessas de Cristo não se cumpririam. Cristo faz menção da existência das cidades de Israel ainda por ocasião de Sua segunda vinda (Mateus 10.23), o que prova que a Igreja não substituiu Israel. Além dessas provas, uma outra (ainda que desnecessária), é que Cristo prometeu aos Seus discípulos que eles reinariam com Ele sobre Israel no Seu reino milenar (Mateus 19.28; Lucas 23.30). A Igreja não pode cumprir as profecias que foram feitas a Israel; ela nunca pertenceu a uma terra específica de onde tenha sido deportada ou para a qual tenha retornado. Ao contrário, a Igreja é formada "de toda tribo, língua, povo e nação" (Apocalipse 5.9). A sua esperança é ser arrebatada ao céu (João 14.3; 1 Tessalonicenses 4.16-17; etc.), onde estaremos diante do"tribunal de Cristo" (Romanos 14.10; 2 Coríntios 5.10) e então, desposados com o nosso Senhor (Apocalipse 19.7-9), estaremos eternamente com Ele (João 14.3; 1 Tessalonicenses 4.17).Sendo assim, em amor para com o Noivo e desejosos de vê-lO face a face, menos ocupados com as coisas terrenas, não seguindo homens ou organizações, vivamos para a eternidade. Pela fé, agradeçamos a Cristo, permitindo-Lhe, como Cabeça da Igreja, alimentar-nos, suster-nos, dirigir-nos e viver a Sua vida através de nós para a Sua glória. (Dave Hunt, TBC - http://www.chamada.com.br)Dave Hunt (1926-2013). Devido a suas profundas pesquisas e sua experiência em áreas como profecias, misticismo oriental, fenômenos psíquicos, seitas e ocultismo, realizou muitas conferências nos EUA e em outros países. Também foi entrevistado freqüentemente no rádio e na televisão. Começou a escrever em tempo integral após trabalhar por 20 anos como consultor em Administração e na direção de várias empresas. Dave Hunt escreveu mais de 20 livros, que foram traduzidos para dezenas de idiomas, com impressão total acima dos 4.000.000 de exemplares.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

O TRISTE CAMINHO DO PREGUIÇOSO…

Preguiça não é depressão, não é fruto de desequilíbrio orgânico, não é resultado do cansaço, não é nada que seja desconforto antecipado pela mente...
Depressão não é preguiça, é dor de alma que imobiliza o ser e até se somatiza no corpo ou nos processos neurais da mente...
Desequilíbrio orgânico pode gerar uma total inapetência para a vida e o trabalho, mas não é preguiça, é doença ou simplesmente contingência orgânica...
Cansaço também pede descanso, e nada tem a ver com preguiça...
Trabalhos pesados demais, em circunstancias difíceis, não é bolinho, e até o mais disposto dos homens reúne forças para realizar tal coisa chata ou pesada demais; mas isto também não é preguiça ainda...
Preguiça, segundo a Bíblia, é uma indisposição essencial ao serviço, à utilidade, ao ritmo das rotinas da vida...
Assim, a Bíblia quase não fala da preguiça, mas sim do preguiçoso...
Afinal, preguiça é um conceito, mas o preguiçoso é o fato...
Leia em Provérbios:

Vai ter com a formiga, ó preguiçoso; olha para os seus caminhos, e sê sábio.
O preguiçoso, até quando ficarás deitado? Quando te levantarás do teu sono?
Como vinagre para os dentes, como fumaça para os olhos, assim é o preguiçoso para aqueles que o mandam.
O preguiçoso deixa de assar a sua caça...
A alma do preguiçoso deseja, e coisa nenhuma alcança, mas a alma dos diligentes se farta.
O caminho do preguiçoso é cercado de espinhos, mas a vereda dos retos é bem aplanada.
O preguiçoso esconde a sua mão ao peito; e não tem disposição nem de torná-la à sua boca.
O preguiçoso não lavrará por causa do inverno, pelo que mendigará na sega, mas nada receberá.

O desejo do preguiçoso o mata, porque as suas mãos recusam trabalhar.

Diz o preguiçoso: Um leão está lá fora; serei morto no meio das ruas.
Passei pelo campo do preguiçoso, e junto à vinha do homem falto de entendimento... — e só havia mato...
Diz o preguiçoso: Um leão está no caminho; um leão está nas ruas...
Como a porta gira nos seus gonzos, assim o preguiçoso na sua cama.

O preguiçoso esconde a sua mão em baixo do braço; e cansa-se até de levá-la à sua boca.
Assim, a preguiça é uma doença de caráter...

Sim, é o mal do servo que escondeu o talento, e disse que o fizera porque Deus era como um Leão perverso... Por isso Jesus diz que esse servo é chamado de “negligente”; ou seja, de preguiçoso...

Quem pede algo ao preguiçoso se exasperará...
Sim, poderá até enfartar, pois ele sempre dirá “sim”, mas jamais fará nada...
Portanto, quem depende do preguiçoso passará fome...
Sim, pois o preguiçoso sofre de uma espécie de psicopatia em relação à culpa necessária que um homem de responsabilidade deve sofrer ao ver sua própria improdutividade na vida...
Mas o preguiçoso não sente nada; e ainda fica com raiva de quem diz a ele que a vida não é assim...
Para o preguiçoso a vida são somente espinhos...

Ele se queixa de tudo o que não faz...
Sim, ele projeta um leão na rua para não ter que sair e trabalhar...

Até a sua caça..., até o que lhe é dado..., até o que lhe chega... — em suas mãos se perderá; pois até para comer ele tem que receber na boca...

O preguiçoso nada faz, mas tem idéias sobre tudo e todos...
O preguiçoso não levanta da cama, e se queixa do mundo que não lhe traz nada enquanto dorme...

O preguiçoso vira fungo, vira bactéria oportunista, se torna um ente que existe no organismo de outros...
O preguiçoso é um amargurado, suicida...; e que não se mata apenas para poder nada fazer enquanto culpa a vida: o leão, o espinheiro, as dificuldades até para rolar na cama...
O preguiçoso é a vergonha de seu pai e a tristeza de sua mãe...
Os filhos do preguiçoso não saberão como amá-lo; ou, então, tornar-se-ão semelhantes a ele...
É mais fácil cuidar de um tetraplégico do que cuidar de um preguiçoso...
O preguiçoso arranja todas as desculpas para se justificar...

O preguiçoso está certo, pensa ele; as formigas é que são otárias...
Quem suporta o preguiçoso cava a cova dele...
Quem dá de comer ao preguiçoso se torna sócio de seu destino...
Afinal, digno é o trabalhador do seu salário; e mais: a saúde de um homem vem do esforço de seu trabalho e do seu suor...
Jesus disse: Meu Pai trabalha até agora; e eu trabalho também!...

Trabalho é saúde...

Trabalho é vida...

Trabalho é cura...

Trabalho é alegria no gozo pelo obtido...

Trabalho é signo de amor à vida...
Aqui não falo aos deprimidos, entristecidos ou adoecidos...

Não! Falo apenas do ser ameba, do ente bactéria que se disfarça de gente...

Sim, quem não trabalha vira parasita; fungo; bactéria da existência...

É isto que diz a Palavra.

Quem disso discordar só poderá ser um preguiçoso!

Pense nisso!
Caio
13 de agosto de 2009
Lago Norte

Brasília
DF

MENSAGENS QUE EDIFICA DA (MPN)-(OMPN): QUEM É VOCÊ ????

MENSAGENS QUE EDIFICA DA (MPN)-(OMPN): QUEM É VOCÊ ????

QUEM É VOCÊ ????

Precisamos ser sábios, usar nossa inteligência e questionar mais as coisas.

Devemos nos posicionar corretamente diante dos ensinamentos, das novidades, dos modismos que surgem. Temos de analisar, pedir a direção de Deus.

O apóstolo Paulo, em Gálatas 5.1-12, faz uma advertência à igreja. Ele diz:
“Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão.
Eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará. De novo, testifico a todo homem que se deixa circuncidar que está obrigado a guardar toda a lei. De Cristo vos desligastes, vós que procurais justificar-vos na lei; da graça decaístes.

Porque nós, pelo Espírito Santo, aguardamos a esperança da justiça que provém da fé. Porque, em Cristo Jesus, nem a circuncisão, nem a incircuncisão têm valor algum, mas a fé que atua pelo amor.Vós corríeis bem; quem vos impediu de continuardes a obedecer à verdade? Esta persuasão não vem daquele que vos chama .Um pouco de fermento leveda toda a massa.
Confio de vós, no Senhor, que não alimentareis nenhum outro sentimento; mas aquele que vos perturba, seja ele quem for, sofrerá a condenação. Eu, porém, irmãos, se ainda prego a circuncisão, por que continuo sendo perseguido? Logo, está desfeito o escândalo da cruz.
Tomara até se mutilassem os que vos incitam à rebeldia.”(Gálatas 5.1-12)
Paulo, como instrumento nas mãos de Deus, está alertando os gálatas sobre uma interrupção que ocorreu no processo deles. Ele lhes diz que iam muito bem, mas que se deixaram levar por “ventos contrários”.

É impossível nos mantermos na caminhada com Cristo se nos mostramos oscilantes, sem firmeza nos posicionamentos. É impossível nos mantermos firmes se não tivermos plena consciência de quem somos.

Você sabe quem você é? Sabe qual é a sua identidade? Há vários exemplos de homens e mulheres sem identidade – no passado e hoje também.

Aquele que não sabe quem é segue qualquer tipo de “novidade”.

O primeiro a sofrer de crise de identidade, foi Lúcifer. Ele não entendeu que o Senhor lhe havia feito “querubim da guarda, ungido”, o “sinete da perfeição”. Como não sabia quem era, desejou ser igual a Deus.

E isso ocorre com todos aqueles que não sabem quem são. Acabam se fixando em outras pessoas, em modelos que eles criam para si.

Foi o que aconteceu com um dos maiores artistas pop da atualidade. Ele chegou ao ponto de mudar de raça. Ele queria ser branco, e não negro.

Quem não tem identidade própria pode se tornar qualquer coisa.
O diabo se aproveita disso. Ele tentou fazer com que Jesus se desviasse de sua missão. Para isso, lançou dúvida sobre a identidade do Senhor: “Se és filho de Deus...” (Mt 4.3).
Mas com Jesus Satanás não conseguiu nada. Sabe por que? Porque Jesus sabe quem ele é. E o que temos de fazer é isso também. Temos de ser como Jesus. Temos de saber quem somos. Quem é você?

PRIMEIRO DEUS

Não há duvida de que Deus deve estar em primeiro lugar. Logo, o nosso compromisso com Ele deve ser levado muito a sério.
O versículo que ilustra bem a conversão de uma pessoa é este: “Se, com a tua boca confessares a Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.” Rm 10.9
É como um contrato firmado entre duas partes. De um lado, o homem perdido; o que lhe cabe é confessar publicamente que Jesus é seu Senhor e acreditar na ressurreição de Cristo. Do outro lado, Deus, que se compromete a dar-lhe a salvação.
Se eu sou convertido, eu também sou um comprometido, eu fiz uma aliança com o Senhor e ele comigo.

A partir do nosso encontro com o Salvador, tudo em nossa vida muda. Daí em diante, as coisas de Deus devem vir em primeiro lugar. Passamos a ser: “...Raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus.” (I Pe 2.9)

E para que?

Para proclamarmos as virtudes daquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.

Temos para com Deus um compromisso de vida. Esse contrato foi assinado com sangue. Ao morrer na cruz, Jesus confirmou a nova e definitiva aliança.
A nós cabe obedecê-lo em tudo, viver em santidade, enfim, fazer a sua vontade.

Lembro-me bem de quando entrei para a faculdade. Eu não deixei claro desde o inicio que eu era cristão.
Como não expus logo minha fé, passei por muitos constrangimentos. Meus colegas contavam piadas imorais para mim. Logo já estava participando de rodinhas.
Um dia, porém, depois de sofrer todo o primeiro mês de aula, reconheci qual era o meu problema. Eu me sentia envergonhado de ser crente. Então eu resolvi tomar uma posição e levei o Senhor a sério. Assumi um compromisso com Jesus.
No dia seguinte, cheguei mais cedo à faculdade e coloquei em cada carteira um Evangelho de João e um folheto “Onde você passará a eternidade?”. Quando os meus colegas chegaram, quiseram saber qual o louco que fizera aquilo. Perguntaram:

- Quem espalhou esses folhetos?

- Eu, Jorge, amigo de vocês. Eu quero me desculpar por não ter revelado antes que sou cristão.
Eu me envergonhei de Jesus, mas agora eu declaro publicamente: eu sou de Cristo!
Daquela posição vacilante que eu ocupara desde o inicio das aulas, passei a líder. Eu assumi todas as lideranças possíveis dentro da faculdade.
Isso só aconteceu porque eu glorifiquei a Deus. Eu o coloquei em primeiro lugar.

Cada homem, mulher, jovem ou criança deve colocar seu compromisso com o Senhor em primeiro lugar.

Certamente isso será um testemunho de vida para todos os que estão à sua volta. Entretanto deve vir do coração, deve haver sinceridade, pois Deus conhece o íntimo de cada um.
Um comprometimento sincero com o Senhor produz um relacionamento muito estreito de amizade com Ele.

O compromisso que assumimos com Deus deve nortear nossa vida. Ele deve estar acima de tudo.

Fazer da vida algo belo

Para Deus nós sempre temos muito valor, independente da situação que estamos vivendo. O amor de Deus é impossível de ser descrito. Mas, para satanás nós valemos alguma coisa se estivermos deprimidos, loucos, revoltados, doentes, a ponto de passarmos uma mensagem de derrota e destruição para todos aqueles que nos amam.
A vida passa rapidamente, isso é uma grande verdade que também encontramos na Bíblia:

“...acabam-se os nossos anos como um breve pensamento.”(Salmos 90.9)
Temos de aprender a viver. Ou vamos deixar para aprender isso na hora de morrer? Esse não é o propósito de Deus para nós! Temos de aprender a fazer da nossa vida algo bonito para Deus.
Fazer dela algo que realmente cause motivação nas outras pessoas, de modo que eles desejam viver assim também.

Precisamos escapar das ciladas que o inimigo arma para deixar nossa vida pior.

Ele quer que tenhamos baixa qualidade de vida.
Se estivermos bem, sabendo viver, vamos poder ajudar muito mais os outros. Seremos pessoas muito mais agradáveis, que exalam o bom perfume de Cristo. Vamos amar a vida, ser mais realizados. O maior patrimônio que alguém pode construir é aprender com Deus a viver todos os dias da vida em plenitude. Mesmo que as dificuldades venhas, a diferença será na maneira em que vamos olhar para elas.

Você pode aprender mais, lendo o livro “Querem te matar, antes porém te adoecer”.

Preparado para ser grande

Nem todo mundo está preparado para ser grande. Muitos ao iniciarem o processo de crescimento são paralisados por não estarem prontos para alcançar esse objetivo. E você?
Deus nos criou para sermos grandes. E ainda hoje ele quer nos abençoar com todas as sortes de bênçãos. Infelizmente, porém, nem todos estão preparados para ser grande. É comum encontrarmos pessoas vivendo numa grande adversidade.
Vamos pegar como exemplo a figura de Calebe. Não encontramos muito a respeito dele na Bíblia, mas o que achamos é suficiente para que o tomemos como modelo.

Na divisão da terra que Deus havia prometido ao seu povo, Calebe ficou com o monte Hebrom. Ele pode chegar diante de Josué e reclamar para si aquele monte. Calebe não veio do nada e pediu algo tão grande assim. Ele passou por um processo. Ele foi liberto da escravidão do Egito. Depois de receber a promessa da herança da nova terra, ele perseverou 40 anos no deserto, junto com os que não creram, e mais cinco anos na terra prometida. Até que chegou o momento de dizer: este monte é meu por promessa. Seu coração confiava plenamente no Senhor. Ele semeou esperança e perseverou em sua fé. Deus fez dele um grande homem. Calebe tinha um coração derramado diante de Deus.

E, se você deseja aprender mais sobre a vida desse grande homem de Deus adquira o livro: “Preparado para ser grande”
Que o Senhor te abençoe

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Sinais da Queda

O declínio de uma igreja passa por cinco estágios nem sempre fáceis de perceber

Um pouco antes de terminar meus estudos em teologia, fui convidado para pastorear uma congregação no sul do Illinois, nos Estados Unidos. Aquele foi meu primeiro grande despertamento para as realidades da liderança pastoral – e uma experiência um tanto desconfortável. As habilidades ou dons que levaram a congregação a me convidar a ser seu líder espiritual foram, provavelmente, meu entusiasmo, minha pregação e minha aparente habilidade – mesmo sendo ainda jovem – em alcançar pessoas e fazê-las sentirem-se cuidadas.

O que não havia sido mencionado era o fato de aquela congregação estar desiludida devido a uma terrível divisão provocada pelo pastor anterior, que encorajou um grupo de cem pessoas a sair com ele para formar outra congregação. E bastaram apenas alguns meses para que eu percebesse que entendia muito pouco sobre liderar uma organização com aquele tamanho e complexidade, e ainda por cima, tão ferida. Com meus 27 anos, eu estava completamente perdido. Passara meus anos no seminário pensando que tudo que alguém precisava para liderar era uma mensagem carismática e uma visão encorajadora, e tudo o mais na vida da igreja seria perfeito. Ninguém havia me falado sobre grupos a serem dirigidos, equipes esperando resultados e congregações precisando ser curadas. Há quem tenha bom conhecimento de como conduzir uma comunidade cristã. Eu não tinha.

Geralmente, quando se entra num processo de crescimento descontrolado de uma organização, abandonam-se os princípios sobre os quais ela foi constituída

Foi naqueles dias de angústia que fui apresentado ao meu primeiro livro de liderança organizacional, The Effective Executive (“O executivo eficiente”), de Peter Drucker. Ali, percebi como as pessoas estão dispostas a alcançar objetivos que não podem ser atingidos. Aquele livro, provavelmente, me livrou de um nocaute no primeiro round em minha vida como um pastor. Desde aquela época, mais de quarenta anos atrás, incontáveis outros autores tentaram aprimorar os insights de Drucker. E nenhum deve ter tido mais sucesso nessa tarefa quanto Jim Collins. Não sei se ele tinha pessoas como eu em sua mente quando ele escreveu seus livros, mas muitos de nós, engajados ou não no trabalho pastoral, aprendemos muito com ele.

Recentemente, Collins e seu grupo de pesquisadores escreveram uma obra menor, com o nome How the Mighty Falls (ainda sem titulo em português), que segundo ele começou como um artigo e terminou como um livro. Collins afirma que foi inspirado em uma conversa durante um seminário, no qual alguns poucos líderes de setores tão diversos como o militar e o de empreendimentos sociais reuniram-se para explorar temas de interesse comum a todos. O tema era a grandeza da América e os riscos desse gigantismo. O receio geral era de que o sucesso encobrisse o perigo e os alertas do declínio. Saímos de lá pensando em como seria possível perceber que uma organização aparentemente saudável enfrentava sérios problemas.

Um indício claro de declínio é desencadeado quando líderes ignoram ou minimizam informações críticas, ou se recusam a escutar aquilo que não lhes interessa

Parece ser cada vez mais real o fato de que grande parte dos líderes desconhece o problema vivido na sua organização. Em seu livro, Collins identifica cinco estágios no processo de derrapagem de uma instituição. O primeiro é a autoconfiança como fruto do sucesso. “Prestamos um desserviço a nós mesmos quando estudamos apenas sobre o sucesso”, afirma Collins. Uma pesquisa e análise acerca de empreendimentos, até mesmo na literaturas de liderança eclesiástica, mostra que poucos livros investigam as raízes do fracasso. Parece que existe no segmento cristão a presunção de que o sucesso é inevitável, razão pela qual não se torna necessário considerar as possíveis consequências de uma queda.

A confiança exagerada em si mesmos, nos sistemas que criam ou na própria capacidade para resolver tudo faz com que os líderes não enxerguem seus pontos de fraqueza. Subestimar os problemas e superestimar a própria capacidade de lidar com eles é autoconfiança em excesso. A ganância e a busca desenfreada por mais é outra das principais situações que derrubam um grupo ou organização. Geralmente, quando se entra nesse processo descontrolado, abandonam-se os princípios sobre os quais a entidade foi constituída.

A busca pelo crescimento exagerado é o segundo estágio que antecede a derrocada, seja de uma organização secular ou de um ministério cristão. Muitos líderes tornam-se cegos pelo êxtase do expansionismo. Constantemente surge uma necessidade em tais líderes de mostrarem-se capazes, e eles não conhecem outra forma de fazer isso que não seja tornando seus empreendimentos maiores, independente das consequências. É a incessante idéia de que tudo tem que crescer e crescer. Todavia, impressiona o fato de que a cobrança de Jesus aos seus discípulos estivesse relacionada à necessidade de fazer novos discípulos, e não de construir grandes organizações. Ele parecia saber que discípulos bem treinados em cada cidade e povoado dariam conta de conduzir o movimento cristão de forma saudável. Talvez Jesus temesse exatamente o que está acontecendo hoje: a sistematização do movimento cristão, sua centralização e expansão tão somente para causar uma impressão.

O terceiro estágio de declínio identificado por Collins é desencadeado quando líderes e organizações ignoram ou minimizam informações críticas, ou se recusam a escutar aquilo que não lhes interessa. A negação dos riscos é um perigo iminente – e riscos não levados a sério são justamente aqueles que, posteriormente, causam grandes estragos na organização. É preocupante, para Collins, quando organizações que baseiam suas decisões em informações inadequadas. Em meu ministério de liderança, cedo aprendi a temer conselhos que começam com expressões como “Estão dizendo” ou “O pessoal está sentindo”. Prefiro valorizar dados precisos, vindas de pessoas confiáveis, sábias, que se engajam na tarefa de liderar a comunidade com sensatez. Isso nos possibilitou caminhar ao lado de gente que jamais imaginávamos que caminharia conosco. Nada me foi mais valioso do que receber, delas, informações que me ajudaram a conduzir minha congregação.

O estágio quarto começa, escreve Jim Collins, “quando uma organização reage a um problema usando artifícios que não são os melhores”. Ele dá como exemplo uma grande aposta em um produto não consolidado, o lançamento de uma imagem nova no mercado, a contratação de consultores que prometem sucesso ou a busca de um novo herói – como o político que vai salvar a pátria ou o executivo que em três meses vai tirar a empresa do buraco. Eu me lembro de épocas nas quais eu estava desesperado por vitórias que fariam com que minha igreja deixasse de caminhar na direção em que estava caminhando – para o abismo. Ao invés de examinar o que nossa congregação fazia nas práticas essenciais de serviço ao povo, centrada no serviço a Cristo, fui tentado a me concentrar em questões secundárias: cultos esporádicos de avivamento, programações especiais, qualificação de nossa equipe de funcionários. Hoje eu vejo o que tentei fazer: promover salvação de vidas através de publicidade, uma grande apresentação o um excelente programa. Graças a Deus, aprendi – assim como aqueles ao meu redor – que artifícios assim não funcionam. O que funciona é investir em pessoas, discipulá-las, conduzi-las a Jesus e adorá-lo em espírito e em verdade, fazendo com que as coisas estejam em seu devido lugar

Collins menciona ainda o estágio cinco da decadência, que é o da rendição. Se as coisas saem do eixo organizações como igrejas tendem a perder a fé e o espírito. Penso que o templo em Jerusalém deve ter ficado dessa forma quando Jesus se retirou de lá e disse que não voltaria àquele lugar. Ele estava antecipando o dia, que estava por vir, quando não restaria pedra sobre pedra ali. Não muito tempo atrás, eu estava em frente ao templo de uma igreja no País de Gales. Na porta, estava a seguinte placa: “Vende-se”. Uma outra placa indicava que aquele prédio havia sido construído no período do grande avivamento britânico, no século 18. Agora, o prédio estava escondido entre a vegetação, completamente abandonado.

Quando começa a morte de uma organização? Quem perdeu os sinais que indicam vida? Quem abandonou os princípios essenciais? Quem não entendeu as informações? Quem está correndo, completamente perdido no meio da multidão, sem saber pra onde ir? Essas são boas perguntas. Se ignoradas, a igreja cairá.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Costume e doutrina

Os bons costumes são regras que conhecemos e, ao praticar - las, podemos viver melhor como cristãos.

Paulo observou que "as más conversações corrompem os bons costumes"(1Co 15:33). Porém, todo costume, mesmo sendo muito bom, não tem a relevância e a aplicação de uma doutrina. As doutrinas são baseadas num conjunto de princípios bíblicos, estabelecidos por Deus exclusivamente em sua palavra. São regras imutáveis da nossa fé e de nosso comportamento para com Deus e para com os homens.

Qual é a diferença entre doutrina e costume?

1- O costume pode ser passageiro, a doutrina permanece firme,

Paulo defendeu o "costume" do uso de véu para cobrir a cabeça das mulheres (1Co 11:4), mas ele mesmo teve a coragem de afirmar que isso era um costume, e não uma doutrina [1Co 11:16] Mas, se alguém quiser ser contencioso, nós não temos tal costume, nem as igrejas de Deus. As mulheres de milhares de igrejas oram sem véu na cabeça hoje em dia, e isso não é pecado, porque foi um costume antigo abolido. Entretanto, as doutrinas ensinadas por Paulo não foram anuladas [Is 40:8] Seca-se a erva, e cai a flor, porém a palavra de nosso Deus subsiste eternamente.

2- O costume muda, a doutrina permanece inalterável,

O costume muda de igreja para igreja, e até na mesma denominação, e, mais ainda, se compararmos cidades, estados e países diferentes. Os costumes estão geralmente arraigados à cultura de um povo. Uma doutrina não pode ser diferenciada para diferentes culturas. Ela tem o mesmo peso para todos os crentes em todos os lugares.

3- O costume é estabelecido por homens, a doutrina, por Deus,

A serem idealizados por homens, os costumes podem funcionar no sentido de perpetuar a vontade humana e sujeitar os demais a um domínio, o qual, sabemos, é passageiro. Leia o que Paulo fala em colosenses 2:8, 23.

No entanto, é próprio ressaltar aqui que os costumem não os exageros, devem ou podem ser aceitos, porquanto fazem parte da cultura do povo. Mas, não devem ser contados como elementos que garantem ou deixam de garantir a salvação.

Costumes só é bom quando está baseado nos parâmetros da palavra de Deus segundo o novo testamento. No meio evangélico é vasto os costumes, uns são fardos e outros aliviam a igreja do senhor. Não é bom deixarmos de lado os costumes que a palavra de Deus nos manda praticá-los, os quais são:

Apratica da oração [Dn 6:10] Daniel, pois, quando soube que o edito estava assinado, entrou em sua casa (ora havia no seu quarto janelas abertas do lado de Jerusalém), e três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças diante do seu Deus, como também antes costumava fazer. [Dn 6:11] Então aqueles homens foram juntos, e acharam a Daniel orando e suplicando diante do seu Deus.

A pratica do jejum [At 13:2] E, servindo eles ao Senhor, e jejuando, disse o Espírito Santo: Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado.

A pratica da hospitalidade [Rm 12:13] Comunicai com os santos nas suas necessidades, segui a hospitalidade; [1Tm 5:10] Tendo testemunho de boas obras: Se criou os filhos, se exercitou hospitalidade, se lavou os pés aos santos, se socorreu os aflitos, se praticou toda a boa obra.

A pratica da leitura da palavra de Deus [1Tm 4:13] Persiste em ler, exortar e ensinar, até que eu vá.
A pratica da meditação na palavra de Deus [Js 1:8] Não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme a tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem sucedido.

A pratica da piedade [2Pe 3:11] Havendo, pois, de perecer todas estas coisas, que pessoas vos convém ser em santo trato, e piedade,

A pratica da pregação da palavra de Deus [2Tm 4:2] Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina.

A pratica do amor [2Tm 3:10] Tu, porém, tens seguido a minha doutrina, modo de viver, intenção, fé, longanimidade, amor, paciência,

A pratica da hora aos ungidos do senhor [1Pe 2:17] Honrai a todos. Amai a fraternidade. Temei a Deus. Honrai ao rei.

A pratica de congregar [At 3:1-3]"1 E PEDRO e João subiam juntos ao templo à hora da oração, a nona. 2 E era trazido um homem que desde o ventre de sua mãe era coxo, o qual todos os dias punham à porta do templo, chamada Formosa, para pedir esmola aos que entravam. 3 O qual, vendo a Pedro e a João que iam entrando no templo, pediu que lhe dessem uma esmola. " [Hb 10:25] Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia.

Devemos agradar ao senhor deixando os costumes ruins...

• O costume de Chegar atrasado à casa do senhor

• O Costume de não orar quando chegamos à congregação

• O costume de conversar na hora do culto

• O costume de mascar chiclete na igreja durante o culto

• O costume de beber água varias vezes no culto

• O costume de visitar o banheiro varias vezes sem necessidade

• O costume de falar mal do pregador depois do culto

• O costume de andar fuxicando de casa em casa

• O costume de não beber coca- cola por achar que é uma bebida que contem álcool

São inumeráveis os ruins costumes

Autor: Conferencista Carlos Ribeiro da MPN- Ministério pregai às Nações.

A Excelência do chamado

A Excelência do chamado
Textos Bíblicos: (Dt 1:15; Ex 18:21)

1. Assunto principal do texto bíblico

1.1. Não podemos liderar sozinho o povo de Deus, temos que escolher homens que tenha as qualidades que Deus requer daqueles que são chamados para governar o seu inumerável povo.

2. Tema especifico do Sermão

2.1. Deus ainda chama e capacita homens para o ministério com o seu Espírito santo. Sem o Espírito santo não há ministério e nem igreja verdadeira e honesta.

3. Propósito geral do sermão

3.1. O senhor usa o ministério para auxiliar e ajudar, e julgar o seu povo com justiça e sem parcialidade, com objetivo de consolar e edificar o seu povo na bendita graça através de homens que estão cheios da graça.

4. Quebra gelo

4.1. Você foi chamado por Deus... Hoje Deus vai renovar o seu chamado, e como Isaias você vai atender o chamado com prontidão sem se opor ao chamado. Vamos desenterrar hoje os nossos talentos em nome de Jesus. A nossa vitoria estar no nosso chamado e no Deus que nos chamou para reinar com ele sobre o seu povo.

5. O gancho

5.1. Creio que você pode dizer comigo Deus eu te louvo por ser chamado ministro de uma nova era e como prova de minha gratidão, vivo cheio do teu Espírito santo pra liderar o teu povo

6. Idéia Central

6.1. Ministério não e chamada de homens para homens e coisa de Deus para Deus, e Deus quem chama e capacita com seu espírito santo para servir a igreja.

7. Frases de efeito

7.1. Deus chama e capacita quem se esforça.

7.2. Deus chama homens capais para capacitá-los.

7.3. Deus chama homens ocupados para ocupá-los, com a ocupação das ocupações, a obra de Deus.

1. As sete exigências de Deus para os chamados pra o ministério

1.1. A capacidade

1.1.1.

1.2. O temor a Deus

1.2.1.

1.3. A verdade

1.3.1.

1.4. O aborrecer a avareza

1.4.1.

1.5. A sabedoria

1.5.1.

1.6. O entendimento

1.6.1.

1.7. O respeito

1.7.1.

Conclusão

Apelo final
Conferencista Carlos Ribeiro Da “MPN”- mistério pregai às nações

E mail: C.MPN@hotmail.com

Odres

Odres
[Mt 9:16] Ninguém deita remendo de pano novo em roupa velha, porque semelhante remendo rompe a roupa, e faz-se maior a rotura. [Mt 9:17] Nem se deita vinho novo em odres velhos; aliás, rompem-se os odres, e entorna-se o vinho, e os odres estragam-se; mas deita-se vinho novo em odres novos, e assim ambos se conservam.

Os odres na época de Jesus eram usados para depositar azeite e leite, e água. Para se obiter um odre não era muito fácil, pois o material que ara feito um odre era muito caro, tinha que ser sacrificado um camelo ou uma cabra para fazer um odre. Um Odre passa por vários processos para ser usado: primeiro era necessário retira as impurezas do odre colocando o mesmo no sol por vários Dias, e depois passava uma escova grosa para tirar as aderências internas e externas. O odre depois de passar pelo sol e lixa, tinha que passar pela água e azeite e só, depois podia ser usado Como recipiente para a água e azeite. Nos como servos de Deus temos que passar por vários processos como um odre para sermos usados por Deus em sua ceara: primeiro é necessário trilharmos o caminho do sacrifício, depois que trilharmos este caminho outro caminho nos espera o caminho da secagem Que e o caminho do sol da justiça, depois do caminho da secagem temos que trilhar o caminho da escova grosa para estarmos limpos para recebermos a água que representa a palavra de Deus, e a ir estaremos pronto para receber o azeite de Deus que é o espírito santo e podemos receber uma experiência de maior comunhão com Deus, o vinho novo de uma nova vida totalmente liberta para uso exclusivo do senhor da seara

Comentário Bíblico do Conferencista Carlos Ribeiro

Ministério e idade...

O mistério é dom de cristo para sua igreja (Ef 4:11-) Quando cristo nos constituiu ministro do seu evangelho ele tinha em mente a sua igreja como uma noiva que precisava de ser adornada e preparada para o casamento, sendo a sim somos os vasos que Cristo usa mediante a sua graça para adornar a igreja que é a menina de seus olhos. Numa igreja existem dois tipos de ministérios; O novo e o velho ministério – O velho ministério tem a suas experiências e qualidades as quais foram adquiridas a o longo dos anos de trabalho prestados ao reino de Deus. Mais infelizmente a pesar do velho ministério ter as suas experiências e qualidades não é poucas as vezes que se dão a rebelião, por se acharem amadurecidos querem fazer discípulos para si. A maioria deles promove reuniões secretas para traçarem estratégia para descaracterizar o pastor da igreja. Não pagam os seus dízimos para ver o pastor em situação catastrófica, vivem fiscalizando a vida do pastor em nome de seu serviço prestado a igreja.

Ao analisar o velho ministério encontramos vários distúrbios espirituais alem dos que já foram mencionados – Os quais são:

Não gostam de orar;

Esta é uma triste realidade que encontramos em nosso meio, o desprezo que muitos que estão no ministério dão a oração – por se acharem alto suficientes, se estão bem materialmente não importa se espiritualmente estão vazios; muitos dizem: O que importa e a palavra que tem que ser pregada. Na realidade eles pregam muito bem! E sabem usar a retórica e a oratória com equilíbrio, e conhecem a homilética e a hermenêutica e as usam para se promoverem sobre os demais e não para a glória de Deus. Não é errado estudar a hermenêutica e outras disciplinas as quais nos ajudam a ministrar a palavra de Deus com mais perfeição, o errado e deixarmos de orar. Já ouvir pessoas expressarem que não precisam orar, por que orar três horas por dia se Deus é soberano não precisamos orar pra Deus nos livrar ele nos livra sem orarmos – expressões como estas estão fora do contesto geral das escrituras sagradas as quais devem ser desprezadas por todos que querem ser usados pelo senhor em sua seara.

Se quisermos poder precisamos orar. Falar aos ouvidos dos ouvintes é muito fácil, mais falar a o coração dos ouvintes só é possível se estivermos em oração constante diante de Deus. Não adianta falar sobre a oração e ler livros sobre a oração se não orarmos. O segredo da oração é ação na oração, não importa se você tem 50 anos de ministério ou 10, o que importa é se você está orando, pois quem faz mais pra Deus é quem está orando. Nos só seremos alguma coisa para Deus se estivermos orando não espere ser e ter alguma coisa no reino de Deus sem oração.

Substitui a palavra por suas experiências;

As experiências não é superior a palavra de Deus. Muitos obreiros por ter muito tempo de ministério acham que podem agirem a o contrario a palavra de Deus, Os tais usam expressões tais como:

Eu posso! Em vez de dizerem cristo pode

Eu não preciso de ninguém, pois nada mi falta, tenho tudo – em vez de dizerem eu preciso de vos outros, pois não sei o que me acontecera no dia de amanhã

Eu não aceito ser questionado, tal expressão revela soberba e ignorância. Se formos questionados devemos manter um espírito de aprendizagem

Eu fiz; em vez de dizerem nos fizemos por que Deus nos ajudou a realizar grandes coisas no seu reino.

O que eu faço de errado não interessa a ninguém vou prestar contas a Deus, no tribunal de cristo. No tribunal de cristo não haverá condenação mais perda de elevados galardões. O julgamento do senhor começa pela sua casa que e sua igreja e não pelo mundo como muitos pensam. Deus cobrara tudo que fizermos aqui na terra. “Se plantarmos ventos vamos colher tempestades” (Os 8:9). Os que usam tais expressões as quais já foram mencionadas no contexto a cima precisam estudar e viver as expressões que os grandes homens de Deus viveram em suas jornadas ministeriais; As quais são:

“Tudo posso naquele que mi fortalece”

“Não vivo eu mais cristo vive em mim”

“Para mim o viver é cristo e o morrer é lucro”

“E necessário que ele cresça e que eu diminua”

“Senhor meu, e Deus meu”

“Santificai a cristo em vossos corações como senhor”

“Eu sei que o meu redentor vive”

“O senhor deu e o senhor tomou bendito seja o nome do senhor”

“Nele esperarei”

“Eu sei em quem tenho crido”

“Senhor o que devo fazer?”

“Tu é o cristo filho do Deus vivo” (Mt 18:16)

Acham que é dono da verdade e da igreja;

São amantes do sistema em lugar das almas perdidas;

Dá mais lugar a formalidade do que a graça de Deus em suas vidas;

Não aceitam novos obreiros que se destacam na palavra e na oração, alegando a suas idades;

Não se dão a o perdão;

A eis mulher encurvada

A eis mulher encurvada
Introdução:

Dentro deste texto Sagrado podemos encontrar cinco Auto biografias que nos faz conpriender melhor a biografia da eis mulher encurvada; a primeira é a biografia da mulher, a segunda é a de cristo, e a 3° do príncipe da sinagoga, e a quarta a de Abraão, e a ultima do espírito de enfermidade.

1. A eis mulher encurvada tinha vários obstáculos...

1.1. O primeiro obstáculo - vivia encurvada;

1.1.1. Tema do meio:

1.1.2. Explicação:

1.1.3. Fundamentação:

1.1.4. Ilustração

1.1.5. Opinião contraria

1.1.6. Ponto-cruz

1.1.7. Glorificação

1.1.8. Aplicação

1.1.9. Apelo do meio

1.2. O segundo obstáculo - A falta de visão vertical e horizontal;

1.2.1. Tema do meio:

1.2.2. Explicação:

1.2.3. Fundamentação:

1.2.4. Ilustração

1.2.5. Opinião contraria

1.2.6. Ponto-cruz

1.2.7. Glorificação

1.2.8. Aplicação

1.2.9. Apelo do meio

1.3. O terceiro obstáculo - o desprezo das pessoas;

1.3.1. Tema do meio:

1.3.2. Explicação:

1.3.3. Fundamentação:

1.3.4. Ilustração

1.3.5. Opinião contraria

1.3.6. Ponto-cruz

1.3.7. Glorificação

1.3.8. Aplicação

1.3.9. Apelo do meio

1.4. O quarto obstáculo - o espírito de enfermidade;

1.4.1. Tema do meio:

1.4.2. Explicação:

1.4.3. Fundamentação:

1.4.4. Ilustração

1.4.5. Opinião contraria

1.4.6. Ponto-cruz

1.4.7. Glorificação

1.4.8. Aplicação

1.4.9. Apelo do meio

1.5. O quinto obstáculo - o sábado da lei;

1.5.1. Tema do meio:

1.5.2. Explicação:

1.5.3. Fundamentação:

1.5.4. Ilustração

1.5.5. Opinião contraria

1.5.6. Ponto-cruz

1.5.7. Glorificação

1.5.8. Aplicação

1.5.9. Apelo do meio

2. Quais os estágios que levou a mulher encurvada a ser curada?

2.1. Ela não deixou a sinagoga;

2.1.1. Tema do meio: A sinagoga na época de cristo era o único lugar alem do templo em Jerusalém e o lugar escolhido pelos judeus para buscar ajuda divina e ensinamentos da palavra da lei de Moisés. A mulher encurvada apesar da sua enfermidade ela sabia que para ser curada precisava esta na casa de Deus a sinagoga

2.1.2. Explicação: a mulher encurvada apesar da sua encurvatura ela não se entregou a preguiça fincando em casa, ela estava todos os sábados na sinagoga. Imagina se ela não tivesse na sinagoga quando cristo visitou a sinagoga, ela não teria recebido a sua cura quantos de nos tem perdido a cura e as benções de Deus.

2.1.3. Fundamentação: Salmo 27 Davídico.

1 O Senhor é a minha luz e a minha salvação; de quem terei temor? O Senhor é o meu forte refúgio; de quem terei medo?

2 Quando homens maus avançarem contra mim para destruir-mea, eles, meus inimigos e meus adversários, é que tropeçarão e cairão.

3 Ainda que um exército se acampe contra mim, meu coração não temerá; ainda que se declare guerra contra mim, mesmo assim estarei confiante.

4 Uma coisa pedi ao Senhor; é o que procuro: que eu possa viver na casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a bondade do Senhor e buscar sua orientação no seu templo.

5 Pois no dia da adversidade ele me guardará protegido em sua habitação; no seu tabernáculo me esconderá e me porá em segurança sobre um rochedo.

6 Então triunfarei sobre os inimigos que me cercam. Em seu tabernáculo oferecerei sacrifícios com aclamações; cantarei e louvarei ao Senhor.

7 Ouve a minha voz quando clamo, ó Senhor; tem misericórdia de mim e responde-me. (N.V. I)

2.1.4. Ilustração: DEZ RAZÕES POR QUE NUNCA TOMO BANHO "10 razões porque não tomo banho" (Paralelo a "10 razões porque não vou à igreja"). Pessoas que não freqüentam os cultos sempre dão algumas desculpas razoavelmente interessantes para justificarem-se. Para mostrar a fraqueza dessas desculpas, alguém elaborou uma lista bem humorada chamada: "DEZ RAZÕES POR QUE NUNCA TOMO BANHO".

1 - Fui forçado a tomar banho quando era criança.

2 - Pessoas que se banham são hipócritas – elas se acham mais limpas que a outras.

3 - Há muitos tipos de sabonete, eu nunca decidiria qual usar.

4 - Eu costumava tomar banho, mas tornou-se uma coisa chata.

5 - Nenhum dos meus amigos toma banho.

6 - Tomo banho apenas no Natal ou na Páscoa.

7 - Começarei a tomar banho quando ficar mais velho.

8 - Não tenho tempo.

9 - O banheiro é muito frio.

10 - Os fabricantes de sabonete estão somente atrás do meu dinheiro.

A comparação é óbvia. A maioria das desculpas para não se ir à Casa de Deus é furada. Assim também são os motivos pelos quais as pessoas não dão atenção para os assuntos espirituais. Quem vivi dando desculpas para não ir a igreja precisa aprender com a eis mulher encurvada.

2.1.5. Opinião contraria:

2.1.6. Ponto-cruz:

2.1.7. Glorificação:

2.1.8. Aplicação:

2.1.9. Apelo do meio:

2.2. Ela não desprezou a palavra de Deus;

2.2.1. Tema do meio:

2.2.2. Explicação:

2.2.3. Fundamentação:

2.2.4. Ilustração

2.2.5. Opinião contraria

2.2.6. Ponto-cruz

2.2.7. Glorificação

2.2.8. Aplicação

2.2.9. Apelo do meio

2.3. Ela não se envergonhou do seu estado;

2.3.1. Tema do meio:

2.3.2. Explicação:

2.3.3. Fundamentação:

2.3.4. Ilustração

2.3.5. Opinião contraria

2.3.6. Ponto-cruz

2.3.7. Glorificação

2.3.8. Aplicação

2.3.9. Apelo do meio

2.4. Ela perseverou 18 anos;

2.4.1. Tema do meio:

2.4.2. Explicação:

2.4.3. Fundamentação:

2.4.4. Ilustração

2.4.5. Opinião contraria

2.4.6. Ponto-cruz

2.4.7. Glorificação

2.4.8. Aplicação

2.4.9. Apelo do meio

domingo, 8 de fevereiro de 2009

O amor de Deus e a ignorância dos homens

Título do sermão
O amor de Deus e a ignorância dos homens
Texto bíblico escolhido
“Eu sempre os amei”, diz o SENHOR.“Mas vocês perguntam: ‘De que maneira nos
amaste?’ “Não era Esaú irmão de Jacó?”, declara o SENHOR. “Todavia eu amei
Jacó, (ml 1.2)
Assunto principal do texto escolhido
O amor Deus estava sendo ignorado pela nação de Israel e questionado; oque nunca deveria acontecer.
Tema específico do sermão (exortativo)
O que estamos fazendo com o amor de Deus? Estamos vivendo perto ou longe do grande amor Deus!, si estamos perto do amor Deus então vivemos horando a Deus, Israel não estava valorizando
o amor de Deus e nem agradecendo os benefícios do grande amor. Hoje em dia não é diferente encontramos pessoas que vivem debochando do amor de Deus pela maneira que vivem. Somos digno do amor de Deus? Pense e responda.
Proposito geral do sermão
somos abençoados quando correspondemos ao amor de Deus com gratidão. Deus como pai ele nos ama ate o fim e nos castiga porque nos ama e como filhos amados temos que honra o nosso pai celestial vivendo em santidade, e seremos horados com a abundancia do amor do pai celestial.
Introdução:
1. “... o amor é forte como a morte” (Cântico dos Cânticos 8.6). Assim é o amor de Deus:tão fiel, tão invariável, tão eterno que nem todas as águas do mundo o poderiam apagar!2. Um dia, um menino perguntou: - “Papa, por que é que Deus nos ama tanto se somos tão maus?”. 0 pai, sem qualquer hesitação, respondeu: - “Porque Deus, meu filho, não sabe fazer outra coisa que não seja amar”.3. A resposta daquele pai mostrava grande sabedoria. Ele estava a ensinar ao seu filho, urna grande verdade teológica: Deus ama porque não sabe fazer outra coisa...! Assim como a natureza do sol é brilhar, a essência de Deus é amar.

quebra-gelo: Deus ama você! hoje ele vai mais um vez demostrar o seu amor por você: curando a sua alma, alegrando o seu espirito, e sarando o seu corpo, Deus faz tudo isto por ama você.
Gancho: leve hoje o amor Deus com você no seu coração. Abrace hoje o amor de Deus e Deus te abraçará, com abraço de amor eterno. Deus vai preencher o vazio que você tem no seu coração com o amor de cristo, se você crer então receba pela fé o consolo do amor eterno do cristo eterno.
idéia central
O texto básico do sermão contem uma grande verdade: Deus nos aceita e nos ama como somos, mas não aceita nem um filho seu viver ao contrario aos seus mandamentos. Si amamos a Deus obedecemos aos seus mandamentos. O amor de Deus não é para ser ignorado e nem questionado, é para ser aceito e a colhido com gratidão. Só quem desfruta o amor Deus no seu interior são aqueles que amam a Deus e o seu próximo com obediência aos mandamentos do senhor.
Frases de efeito
“Aqueles que menos merecem o amor são os que mais necessitam dele”.
"Aqueles que não mostram o seu amor, na verdade não amam". (Internet)
Um irmão, já de idade avançada, declarou: "Para amar faz-se necessário conhecer".

Pergunta de ligação -
quais as maneiras que Deus nos ama ?
1. suportando os nossos pecados
tema do meio: Pecado,significa hamartia no grego; literalmente, “perdendo o objetivo”, falha, transgressão, tomar o rumo errado,erro, pecado, culpa. O NT usa a palavra em sentido genérico para erro concreto(2co 11.7;tg 1.15);como um princípio e qualidade de ação(rm 5.12-13;hb 3.13); e como ato pecaminoso(mt 12.31;at 7.60;1 joão 5,16).
explicação: certo cristão relator o seguinte: Quando me converti, sabia que todos os pecados que tinha cometido até aquele momento estavam perdoados e esquecidos. Mas pensava:já que Deus me
permitiu começar de novo, tenho de manter a pagina da minha vida sem mancha ate o fim. Dessa maneira irei para o céu. Si ela não ficar limpa, já não serei um cristão. Terei de me redimir novamente”. Esse homem acreditava que cada vez que pecava, deveria voltar a si converter para ser lavado pelo sangue de Jesus. Ele mesmo continuou: “que maneira desonrosa de entender a reconciliação com Deus! Se os pecados anteriores à minha conversão eram os únicos que poderiam ser expiados pelo sangue de cristo, o que deveria acontecer com os que eu cometesse depois? Compreendi que o único meio pelo qual Deus perdoa os pecados é através do sangue de cristo, derramado na cruz, e por isso minha reconciliação com Deus é definitiva”. O senhor Jesus não morreu somente pelos pecados que os crentes cometem antes de se converterem, mas por todos os pecados deles. Se não fosse assim, ninguém poderia ser salvo, “todos tropeçamos em muitas coisas “(tg 3.2). quando alguém se arrepende e nasce de novo pela fé no senhor Jesus, permanece para sempre na presença de Deus, graças ao pleno valor do sacrifício de cristo (hb 10.14). É assim que Deus o vê. E se confessarmos nossos pecados cometidos após a conversão, “ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”(1 joão 1.9).
“Se continuarmos a pecar deliberadamente depois que
recebemos o conhecimento da verdade, já não resta
sacrifício pelos pecados,(heb 10.26)” se nos não deixarmos os nossos pecados nos dominar Deus sempre estará conosco nos ajudando a vencer o poder do pecado suportando as nossas faltas com amor e paciência. No amor Deus você pode confiar, ele é fiel.


Fundamentação: “... e acrescenta: “Dos seus pecados e iniqüidades não
me lembrarei mais,(heb 10.17)”.Quanto tempo você pensa numa conta que já pagou? Eu me esqueço de minhas contas logo depois de pagá-las. Não me preocupo com a conta de luz do mês passado. Agora, a pergunta é: "Se Deus esquece um pecado no momento em que você o confessa, não acha que deveria esquecê-lo também?" (Rick Warren, em "Poder Para Ser Vitorioso", pg 13 - Ed Vida).
Ilustração:
Uma mulher saiu de sua casa e viu três homens com longas barbas brancas sentados em frente ao quintal dela. Ela não os reconheceu. Ela disse: - "Acho que não os conheço, mas devem estar com fome. Por favor entrem e comam algo. - O homem da casa está? Perguntaram. - Não, ela disse, está fora. - Então não podemos entrar". Eles responderam. A noite quando o marido chegou, ela contou-lhe o que aconteceu. - "Vá diga que estou em casa e convide-os a entrar". A mulher saiu e convidou-os a entrar. - "Não podemos entrar juntos". Responderam. - "Por que isto?" Ela quis saber. Um dos velhos explicou-lhe: - "Seu nome é Fartura". Ele disse apontando um dos seus amigos e mostrando o outro, falou: - "Ele é o Sucesso e eu sou o Amor". E completou: - "Agora vá e discuta com o seu marido qual de nós você quer em sua casa". A mulher entrou e falou ao marido o que foi dito. Ele ficou arrebatado e disse : - "Que bom!" Ele disse: - "Neste caso. vamos convidar Fartura. Deixe-o vir e encher nossa casa de fartura". A esposa discordou: - "Meu querido, por que não convidamos o Sucesso?" A cunhada deles ouvia do outro canto da casa. Ela apresentou sua sugestão: - "Não seria melhor convidar o Amor? Nossa casa então estará cheia de amor". - "Atentamos pelo conselho da nossa cunhada". Disse o marido para a esposa. - "Vá lá fora e chame o Amor para ser nosso convidado". A mulher saiu e perguntou aos três homens: - "Qual de vocês é o amor? Por favor entre e seja nosso convidado". O Amor levantou-se e seguiu em direção à casa. Os outros dois levantaram-se e seguiram-no. Surpresa a senhora perguntou-lhes: - "Apenas convidei o Amor, por que vocês entraram?" Os velhos homens responderam juntos: - "Se você convidasse o Fartura ou o Sucesso, os outros dois esperariam aqui fora, mas se você convidar o Amor, onde ele for iremos com ele". Onde há amor, há também fartura e sucesso!!!


Opinião contraria :
existe muitas pessoas que não acredita no amor de Deus por não ser amadas. Na verdade querendo ou não somos frutos de um relacionamento amoroso, com exerção de relacionamentos indesejados. Na verdade o nosso nascimento não foi a vontade nossa mas de Deus e de nossos pais; quem nos gerou foi o Deus todo poderoso com o seu grande amor. Não fomos gerados de macacos pois eu nunca vi um macaco se evoluir como o homem, na verdade um macaco não sabe falar e nem dirigir. pense num macaco dirigindo seria um grande desastre, ele não entende sobre leis de transito, e nem sabe o que é multa. As pessoas que pensa que somos descendentes dos primatas na verdade são pessoas carentes do amor de Deus, só que não querem aceitarem o amor de Deus por não entenderem Deus e o seu amor com a logica e razão humana, nos aceitamos tantas coisas que não compreendemos por exemplo: não compreendemos como uma vaca preta produzis leite branco mas mesmo assim bebemos leite, da mesma forma não queremos ficar sem energia por não entende-la na verdade existe um bilhão de coisas que não compreendemos. Mesmo que muitas não asei tão e nem compreende a Deus mesmo assim Deus os compreendem, e suporta os seus pecados mostrando paciência afim de que venham arrepender dos seus pecados.
Ponto-cruz:
Um irmão, já de idade avançada, declarou: "Para amar faz-se necessário conhecer".você conhece o cristo da cruz? “Se você conhece então você é conhecido por Deus e amado por ele” . “Deus nos suporta quando aceitamos o sacrifício que cristo efetuou na cruz por nos”.
Aplicação: você já agradeceu hoje a Deus por tudo que ele tem feito por você ? se o não, comece agora...
Apelo do meio: “Foi assim que Deus manifestou o seu amor entre nós:
enviou o seu Filho Unigênito ao mundo, para que
pudéssemos viver por meio dele,(1joão 4.9)”.
2.guardando a sua ira
tema do meio: ira
explicação : antes de Deus manifesta a sua ira ele manifesta primeiro o seu amor, se não foce assim, todos nos ti amos já perecidos nos nossos pecados. No livro de lamentações encontramos está grande e preciosa verdade: “Graças ao grande amor do SENHOR é que não somos
consumidos, pois as suas misericórdias são
inesgotáveis,(lm 3.22)”
fundamentação: “Pois a sua ira dura só um momento, mas no seu favor
está a vida; o choro pode durar uma noite, mas a
alegria vem pela manhã, (Sl 30.5)”. Quando realmente choramos com sinceridade diante do senhor ele recolhe a sua ira em seu amor e mostrando o seu favor através da alegria que vem pela manhã. Israel choro em mispa e foi socorrido pelo senhor através do profeta Samuel. Não adianta chorarmos e gritarmos diante do senhor se não estivermos dispostos a deixar os nossos maus caminhos, israel lamentava após o senhor sem se arrepender, está e a mesma condição de muitas pessoas em nosso meio clamam!!!,clamam !!!, em pecados, vivendo em ira, e contendas, em quanto não se arrependerem continuarão a clamar e não verão resultados imediatos.
Ilustração:
Um garoto brincava no quintal de sua casa, inventou de empurrar uma enorme pedra, claramente superior às suas próprias forças. Empurrou-a com as mãos, com os pés, com as mãos e uns dos pés, com o corpo, de costas, e a pedra não se movia. Aí, seu pai que observava disse: “Você ainda não usou todos os recursos, filho”. “Usei, sim, papai”, respondeu o pequeno já quase chorando. “Não”, replicou o pai, “você ainda não pediu a minha ajuda”. Não é o que fazemos muitas vezes tentando resolver ou remover sozinhos certos problemas, esquecidos daquele que é nosso Ajudador? Assim estavam vivendo Israel pensando que poderia mover as pedras sem pedir ajuda ao senhor o resultado foi o aparecimento de mais pedra. muitos estão tentando remover as pedras que eles mesmos tem colocado no seus caminhos, as pedras só serão removidas com a pedra das pedras a rocha que é cristo; “Então Samuel pegou uma pedra e a ergueu entre
Mispá e Sem; e deu-lhe o nome de Ebenézer b,
dizendo: “Até aqui o SENHOR nos ajudou(1Sm 7.12)”. tome está pedra levante a na sua vida e grande será a sua vitória.


opinião contraria :
ponto-cruz: cristo teve todos os motivos para se ira contra os seus algozes mas não irou, ele deu lugar ao perdão quando deveria da lugar a ira ,temos feito a mesma coisa segundo o modelo de cristo, quem ama o cristo ressurreto da cruz ama a paciência que ele tem. Muitos hoje em dia têm se tornados inimigos da cruz de cristo; “Pois, como já lhes disse repetidas vezes, e agora repito com lágrimas, há muitos que vivem como inimigos da cruz de cristo (Fp 3.18)”. você pode dizer o que Paulo disse a mais de dois mil anos atrás; “ Por isso, por amor de Cristo, regozijo-me nas fraquezas, nos insultos, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias. Pois, quando sou fraco é que sou forte(2co 12.10)”. que não se alegra nas insultos é porque não está sendo verdadeiro amigo da cruz de cristo. Você é amigo de cristo? Se você é amigo de cristo então vc é amigo da cruz de cristo , e quem é amigo da cruz, é inimigo do mundo, e de suas mazelas. Ignora a cruz é ignora o céu.!

Glorificação: louvado seja o senhor Jesus que nos livra da ira dos homens e da ira futura do Deus todo poderoso.
Aplicação: Certa vez uma menina ganhou um brinquedo no dia do seu aniversário. Na manhã seguinte, uma amiguinha foi até sua casa lhe fazer companhia e brincar com ela. Mas a menina não podia ficar com a amiga, pois tinha que sair com a mãe. A amiga então pediu que a menina a deixasse ficar brincando com seu brinquedo novo. Ela não gostou muito da idéia, mas, por insistência da mãe, acabou concordando. Quando retornou para casa, a amiguinha já não estava mais lá: tinha deixado o brinquedo fora da caixa, todo espalhado e quebrado. Ela ficou muito brava e queria porque queria ir até a casa da amiga para brigar com ela. Mas a mãe ponderou: - Você se lembra daquela vez que um carro jogou lama no seu sapato? Ao chegar em casa você queria limpar imediatamente aquela sujeira, mas sua avó não deixou. Ela falou que você devia primeiro deixar o barro secar. Depois, ficaria mais fácil limpar. Com a raiva é a mesma coisa. Deixe a raiva secar primeiro, depois fica bem mais fácil resolver tudo. Mais tarde, a campainha tocou: era a amiga trazendo um brinquedo novo. Disse que não tinha sido culpa dela, e sim de um menino invejoso que, por maldade, havia quebrado o brinquedo quando ela brincava com ele no jardim. E a menina respondeu: - Não faz mal, minha raiva já secou! Discussões no dia a dia, nos relacionamento e no trabalho podem levar as pessoas a ter sentimentos de raiva. Segure seus ímpetos, deixe o barro secar para depois limpá-lo. Assim você não corre o risco de cometer injustiças.

Ao chegarmos à casa de duas irmãs para uma visita pastoral, meu esposo e eu paramos pasmados com o vozerio. Aquelas irmãs, sem notar a nossa presença, agrediam o vizinho com insultos grosseiros. Até palavras obscenas feriram nossos ouvidos, machucando ainda mais o vizinho atônito. Sugeri ao meu esposo que fôssemos embora; o constrangimento seria grande demais quando nos vissem. "Agora é que precisam mais do pastor com um bom conselho". Ele respondeu cumprimentando as irmãs em seguida. A mais velha começou a chorar, enquanto a outra, muito vermelha de vergonha, procurava ocultar o rosto. "Pastor, o senhor estava aí"? "Minhas irmãs, antes de nós o Senhor Deus já estava aqui. Ele é onisciente e onipresente. Vê e ouve tudo". Leitura bíblica, oração e aconselhamento acalmaram as irmãs tão cheias de ira e rancor. - Carolina Cassete - Visão Missionária, 4T2002.
Apelo do meio: Sabe como se faz para impedir que o leite transborde? Antes de fervê-lo, junte-lhe uma pitadinha de bicarbonato de sódio. Também uma pitadinha de bom-senso e humildade impedirá a ira transbordar do coração.


3. Conservando nos vivos para nos da vida, e vida com abundancia
tema do meio: vida abundante
explicação:
fundamentação
ilustração
opinião contraria
ponto-cruz
glorificação
aplicação
apelo do meio
4. Exortando-nos para voltarmos para Eli
tema do meio
explicação
fundamentação
ilustração
opinião contraria
ponto-cruz
glorificação
aplicação
apelo do meio
5.nos castigando para aprendermos a sermos filhos obedientes
tema do meio
explicação
fundamentação
ilustração
opinião contraria
ponto-cruz
glorificação
aplicação
apelo do meio

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

amargo

Esta história é contada como verídica. Fala de um jovem soldado que finalmente estava voltando para casa, depois de ter lutado numa guerra muito sangrenta.


Ele ligou para seus pais e disse-lhes:
- Mãe, Pai, eu estou voltando para casa, mas, quero lhes pedir um favor. Eu tenho um amigo que eu gostaria de trazer comigo.

- Claro, filho, nos adoraríamos conhecê-lo!
- Mas, há algo que vocês precisam saber, ele foi terrivelmente ferido na guerra; pisou em uma mina e perdeu um braço e uma perna. Ele não tem nenhum lugar para ir e, por isso, eu quero que ele venha morar conosco.

- Puxa, filho, não é facil cuidar de uma pessoa com tantas dificuldades assim... mas, traga-o com você, nós vamos ajudá-lo a encontrar um lugar para ele.

- Não, mamãe e papai, eu quero que ele venha morar conosco.

- Filho, nós não podemos assumir um compromisso tão grande assim. Ele não seria feliz morando aqui conosco. E nós perderíamos um pouco da nossa liberdade. Vamos achar um lugar em que cuidem bem dele.

- Está certo, papai, o senhor tem razão!

Alguns dias depois, no entanto, eles receberam um outro telefonema, da polícia. O filho deles havia cometido suicídio, num hotelzinho de beira de estrada numa cidade vizinha, bem perto deles.

Quando ele foram fazer o reconhecimento do corpo descobriram que o "amigo" do qual o rapaz falara era ele mesmo, que havia sido gravemente ferido na guerra e escondera o fato de seus pais, com medo de não ser aceito por eles.


Mas Deus prova o seu amor para conosco,
em que, quando éramos ainda pecadores,
Cristo morreu por nós.

Romanos 5.8

Autor: Desconhecido
Enviado pelo colaborador: Wilson B. Vasconcelos